Cotidiano

Classificando os melhores esquetes do Monty Python

O site MSN fez um post chamado “Classificando os melhores esquetes do Monty Python de todos os tempos”, e na lista temos o Cavaleiro Negro, Spam e o Papagaio Morto, entre outros.

Veja mais em: O que significa aquele vídeo daquelas senhoras aplaudindo?

Então, acompanhe a lista de esquetes e comente se concorda.

Décimo lugar: Esquete da Inquisição Espanhola

“Ninguém espera a Inquisição Espanhola!”, exceto que agora todos esperam, porque este esquete se tornou um ícone da cultura pop.

Os inquisidores incompetentes, as cadeiras confortáveis ​​e o ritmo frenético o tornam infinitamente assistível e eternamente memorável.

Nono lugar: A Canção dos Filósofos

Professores australianos cantam a plenos pulmões um hino embriagado em homenagem aos maiores filósofos da história. Além disso, todos eles bêbados incuráveis.

Com uma mistura perfeita de trocadilhos inteligentes e cantoria de bar, é a fusão ideal de intelecto e idiotice, típica do Monty Python.

Oitavo lugar: A Canção do Lenhador

Começa como uma canção que exalta o orgulho de um trabalhador. E termina com uma das revelações cômicas mais famosas de todos os tempos.

A interpretação inocente de Michael Palin e a melodia contagiante tornam impossível não sorrir — ou cantar junto.

Sétimo lugar: Spam

Uma padaria que serve apenas Spam. Os clientes estão perplexos, a garçonete alheia a tudo, e um grupo de vikings canta incessantemente “Spam, Spam, Spam!” por cima de tudo.

É um absurdo sobreposto a outro absurdo. Sendo assim, deu ao mundo uma nova palavra para repetição indesejada.

Sexto lugar: O Cavaleiro Negro

Sim, sabemos que esta é de um filme, mas não havia como deixá-la de fora da lista. “É apenas um arranhão!” O cavaleiro desmembrado que se recusa a admitir a derrota tornou-se uma das cenas mais icônicas da comédia.

É grotesca, absurda e profundamente britânica em sua recusa em se render à realidade.

Quinto lugar: A Clínica de Argumentos

Um homem paga para ter uma discussão. Essa é toda a premissa — e é genial. Além disso, os labirintos lógicos de Cleese e a frustração de Palin transformam a filosofia em farsa.

Prova de que uma escrita inteligente pode ser tão engraçada quanto uma comédia pastelão.

Quarto lugar: O Ministro do Andar Tolo

O burocrata desengonçado e cheio de chutes altos de John Cleese nos deu uma das imagens mais marcantes da comédia. Cada passo é uma obra de arte absurda em movimento.

Nenhum outro esquete resume melhor a dedicação do Monty Python ao ridículo.

Terceiro lugar: The Four Yorkshiremen

Quatro homens competem para ver quem conta a história mais triste da infância: “A gente sonhava em morar num corredor!”

É uma sátira de classe e uma paródia nostálgica, tudo em um só, provando que o exagero é uma arte.

Segundo lugar: Esquete da Loja de Queijos

Um homem entra numa loja de queijos que não tem queijo. O que se segue é uma sinfonia de polidez, exasperação e fúria crescente.

“Não é uma loja de queijos lá essas coisas, né?” é a versão do Monty Python para a perfeição cômica.

Primeiro lugar: Esquete do Papagaio Morto

Um cliente furioso insiste que seu papagaio está morto. O lojista insiste que ele está “apenas descansando”.

O timing, a linguagem e a histeria crescente fazem desta cena uma aula magistral de estrutura cômica.

Cada fala é icônica — “Este é um ex-papagaio!” eternizou o lugar do Monty Python na história da comédia.

Thiago Meister Carneiro

Jornalista com Especialização em Linguística e Literatura. Às vezes grava vídeos para o canal "Monty Python Brasil" no youtube. Autor dos livros "A História (quase) Definitiva de Monty Python" e "O Guia da Carreira-Solo dos Membros do Monty Python".

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